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Fazer um intercâmbio durante as férias de verão pode ser uma forma de aproveitar o período de recesso para estudar outro idioma, conhecer uma nova cultura e ganhar uma experiência internacional sem precisar passar meses fora do Brasil.
Mas quanto custa fazer um intercâmbio nas férias de verão?
A resposta depende de vários fatores, como o destino escolhido, a duração do programa, o tipo de acomodação, a escola, a passagem aérea e o custo de vida no país. Por isso, olhar apenas para o preço do curso pode dar uma visão incompleta do orçamento.
Para ajudar no planejamento, reunimos os principais gastos que devem entrar na conta e algumas estratégias para organizar o dinheiro antes do embarque.
Antes de colocar os valores no papel, é importante entender que não existe um preço único para um intercâmbio.
Um programa de poucas semanas pode ter custos bastante diferentes dependendo das escolhas feitas pelo estudante.
Entre os principais fatores estão:
Por isso, o ideal é montar o orçamento considerando não apenas o programa de intercâmbio, mas toda a experiência.
Uma maneira simples de começar o planejamento é dividir os custos em categorias.
O curso costuma ser uma das primeiras despesas consideradas no planejamento.
O preço depende da escola, da cidade, da quantidade de semanas e da carga horária. Alguns programas também podem incluir materiais, atividades culturais ou outros serviços.
Antes de fechar, vale verificar exatamente o que está incluído no pacote. Assim, fica mais fácil comparar opções diferentes e evitar despesas inesperadas.
A passagem pode representar uma parcela importante do orçamento, principalmente em viagens internacionais de curta duração.
Como o intercâmbio acontece durante as férias, período em que a procura por viagens pode aumentar, pesquisar com antecedência é uma das formas de tentar encontrar melhores condições.
Também vale comparar diferentes datas de ida e volta, quando houver flexibilidade.
Outro gasto importante é a acomodação.
Entre as opções mais comuns para estudantes estão:
Além do preço, é importante observar o que está incluído. Uma acomodação com refeições, por exemplo, pode ter um custo maior inicialmente, mas reduzir as despesas diárias com alimentação.
Mesmo quando o programa inclui algumas refeições, provavelmente será necessário reservar dinheiro para outras refeições, lanches, cafés e compras no supermercado.
Uma boa estratégia é pesquisar previamente o custo médio de alimentação no destino e estabelecer um limite semanal.
Isso ajuda a evitar que pequenas despesas do dia a dia comprometam o orçamento.
Transporte público, deslocamentos até a escola, aeroporto, passeios e viagens de fim de semana também precisam entrar na conta.
Antes de viajar, pesquise se o destino oferece passes de transporte para estudantes ou opções que possam reduzir o custo dos deslocamentos.
O seguro viagem também deve fazer parte do planejamento.
Além de verificar as exigências do destino, o estudante deve avaliar quais coberturas fazem sentido para o período em que ficará fora do Brasil.
É uma despesa que pode acabar esquecida quando o orçamento é montado apenas com curso, passagem e hospedagem.
Dependendo do destino e do programa escolhido, podem existir despesas relacionadas a documentação, vistos, taxas, vacinas, exames ou outros requisitos.
Esses custos variam de acordo com o país e com a situação de cada estudante, por isso devem ser conferidos antes da contratação do intercâmbio.
Por fim, existe uma categoria que costuma ser subestimada: o dinheiro para aproveitar a experiência.
Passeios, restaurantes, compras, atrações turísticas, viagens curtas e encontros com outros estudantes fazem parte do intercâmbio.
Não significa que seja necessário gastar muito. O importante é estabelecer um orçamento para lazer antes da viagem.
Para visualizar melhor, imagine um intercâmbio de três semanas.
O orçamento poderia ser organizado desta forma:
| Categoria | Como calcular |
|---|---|
| Curso | Valor total do programa |
| Passagem aérea | Ida e volta |
| Acomodação | Valor por semana × número de semanas |
| Alimentação | Estimativa diária × dias no destino |
| Transporte | Estimativa semanal |
| Seguro viagem | Valor para todo o período |
| Câmbio | Quantia destinada aos gastos no exterior |
| Lazer e extras | Reserva para passeios e imprevistos |
Esse é apenas um modelo de organização. Os valores reais podem variar bastante de acordo com o destino, a escola, a época e o perfil do estudante.
O mais importante é evitar montar o orçamento considerando somente o preço anunciado pela agência ou pela escola.
Fazer um intercâmbio não significa necessariamente escolher a opção mais barata em todos os aspectos. O objetivo é encontrar um programa que caiba no orçamento sem comprometer a experiência.
Algumas estratégias podem ajudar.
Um curso mais barato em uma cidade com custo de vida elevado pode acabar saindo mais caro no final.
Compare o valor do programa com hospedagem, alimentação e transporte antes de tomar a decisão.
Se o intercâmbio está planejado para as próximas férias, não é necessário deixar toda a organização financeira para as últimas semanas.
Separar uma quantia mensal permite distribuir melhor os gastos e chegar mais preparado ao embarque.
Esse é um ponto especialmente importante para quem está planejando uma experiência internacional.
Afinal, o valor que será gasto no exterior está relacionado à moeda do destino e à cotação utilizada na compra.
Acompanhar o câmbio ao longo dos meses pode ajudar o estudante a decidir quando comprar parte da moeda e evitar concentrar toda a operação em um único momento.
Outra estratégia é dividir a compra da moeda ao longo do planejamento, sempre considerando as condições disponíveis no momento da operação.
Ter um orçamento diário ou semanal pode fazer muita diferença.
Por exemplo, em vez de simplesmente levar “dinheiro para gastar”, estabeleça uma quantia para alimentação, transporte e lazer.
Dessa forma, fica mais fácil saber quando é possível fazer um passeio extra e quando é melhor economizar.
Durante um intercâmbio, depender de uma única forma de pagamento pode não ser a melhor estratégia.
Combinar diferentes alternativas, como moeda em espécie e cartão internacional, pode trazer mais praticidade para situações diferentes.
Para quem busca controlar melhor os gastos no exterior, o Cartão Pré-Pago Internacional da Travelex Confidence pode ser uma alternativa. O produto permite carregar moedas estrangeiras antes da viagem e acompanhar o saldo e as movimentações pelo aplicativo, ajudando o estudante a ter maior previsibilidade sobre o dinheiro destinado à experiência internacional.
Essa é uma das dúvidas mais comuns e não existe um valor universal.
O ideal é começar pelo custo estimado de vida no destino e multiplicá-lo pelo número de dias da viagem.
Depois, acrescente uma reserva para:
Uma forma prática de calcular é:
Orçamento para o exterior = gastos diários × número de dias + lazer + reserva de emergência
Por exemplo, se o estudante estima gastar uma determinada quantia por dia, deve multiplicá-la pela quantidade de dias que ficará no destino e acrescentar uma margem para despesas que não estavam previstas.
O importante é que essa reserva esteja separada do dinheiro destinado ao curso e à hospedagem.
Quando se fala em custo de intercâmbio, é comum pensar apenas nos valores em reais.
Mas grande parte das despesas será realizada em outra moeda.
Isso significa que a cotação pode influenciar diretamente o valor necessário em reais para manter o orçamento planejado.
Imagine que você tenha definido que precisará de determinado valor em dólares, euros ou libras para os gastos durante a viagem. Se a cotação mudar até o momento da compra, o valor desembolsado em reais também poderá mudar.
Por isso, acompanhar o câmbio desde o início do planejamento pode ser tão importante quanto pesquisar passagens ou hospedagem.
Para quem já sabe que fará um intercâmbio, uma possibilidade é acompanhar a cotação e organizar a compra da moeda gradualmente, em vez de deixar toda a conversão para perto do embarque.
Para quem tem poucas semanas disponíveis, o intercâmbio de verão pode ser uma maneira interessante de viver uma experiência internacional sem precisar interromper estudos ou trabalho por um período muito longo.
Além das aulas, a experiência permite praticar o idioma em situações reais, conhecer pessoas de diferentes lugares e ter contato direto com outra cultura.
Mas vale lembrar: o melhor programa não é necessariamente o mais caro ou o mais barato.
A escolha deve considerar o orçamento disponível, os objetivos do estudante, o destino e o tempo que ele poderá permanecer fora.
O primeiro passo é definir quanto você pode investir.
Depois, escolha alguns destinos que tenham relação com seu objetivo e compare o custo total de cada opção.
Uma boa ordem de planejamento é:
Assim, você consegue enxergar o custo real da experiência e tomar decisões com mais segurança.
Não existe uma duração única. Há programas de curta duração que podem ser realizados durante algumas semanas, sendo uma opção para quem tem apenas o período de férias disponível.
Depende do destino e do programa. Curso, passagem aérea e acomodação costumam representar parcelas importantes do orçamento, mas alimentação, transporte e lazer também devem ser considerados.
Sim. Existem programas de curta duração que podem ser planejados de acordo com o período de recesso, embora seja necessário verificar as datas e condições de cada escola ou programa.
Não necessariamente. A estratégia depende das necessidades do viajante, do destino e das condições de câmbio. O importante é planejar com antecedência e não deixar toda a organização financeira para a última hora.
O intercâmbio começa muito antes do embarque. Escolher o destino, comparar programas e organizar o orçamento são etapas que ajudam a tornar a experiência mais tranquila.
E, quando o planejamento financeiro inclui também o câmbio, fica mais fácil entender quanto o intercâmbio realmente vai custar e evitar surpresas durante a viagem.
Se as próximas férias são a oportunidade que faltava para viver uma experiência internacional, comece fazendo as contas e dê ao seu orçamento o mesmo cuidado que você dará à escolha do destino.
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