Fale Conosco: 11 4004-5700 | Ligue: 0800 400 0800
7 min de leitura
Quando se pensa em verão europeu, destinos como Santorini, Mykonos, Costa Amalfitana, Dubrovnik e as ilhas croatas costumam aparecer rapidamente no roteiro. O problema é que, justamente na alta temporada, esses lugares podem pesar bastante no orçamento.
Mas existe outra possibilidade: olhar para regiões menos óbvias do continente.
O Leste Europeu e os Bálcãs reúnem praias de águas cristalinas, cidades históricas e paisagens mediterrâneas que podem ser uma alternativa interessante para quem quer viajar no verão sem concentrar todo o orçamento em hospedagem, alimentação e passeios.
Isso não significa que todos esses destinos sejam baratos em julho e agosto. A alta temporada também aumenta os preços por lá. A diferença está em encontrar lugares onde o custo geral da viagem pode ser mais interessante e, principalmente, onde é possível montar um roteiro flexível.
A Europa não se resume aos destinos mais famosos do Mediterrâneo.
Países dos Bálcãs, por exemplo, oferecem acesso ao Mar Adriático, enquanto a Bulgária tem litoral voltado para o Mar Negro. Em vários deles, a moeda local também pode ser diferente do euro, o que torna importante analisar o custo da viagem como um todo, e não apenas o preço da passagem.
Outro ponto interessante é a possibilidade de combinar praia com outros tipos de experiência.
Em vez de passar uma semana inteira em um destino exclusivamente turístico, você pode montar um roteiro que misture praias, cidades históricas, gastronomia e pequenas vilas.
E há uma vantagem importante: destinos menos conhecidos podem oferecer mais opções fora dos pontos turísticos mais disputados.
A Albânia é uma das opções que mais chamam atenção de quem procura praias bonitas e alternativas econômicas na Europa.
Na Riviera Albanesa, destinos como Sarandë, Ksamil, Himarë e Dhërmi combinam mar azul, pequenas enseadas e uma atmosfera de verão que lembra alguns dos destinos mais famosos do Mediterrâneo.
Ksamil costuma chamar atenção pelas águas claras e pelas pequenas ilhas próximas à costa. Já Himarë pode agradar quem procura uma experiência um pouco mais tranquila, enquanto Sarandë funciona como uma base interessante para explorar a região.
É uma boa opção para quem quer:
Mas existe um detalhe importante: a popularidade da Riviera Albanesa aumentou bastante nos últimos anos. Portanto, viajar em julho ou agosto não significa encontrar preços baixos automaticamente.
Para economizar, vale pesquisar hospedagens fora das áreas mais disputadas, reservar com antecedência e comparar o custo de deslocamento entre as cidades.
Montenegro é outra alternativa para quem deseja conhecer o Adriático sem necessariamente escolher os destinos mais tradicionais da costa croata.
O país possui cerca de 293 quilômetros de litoral e reúne praias de diferentes características, desde pequenas enseadas até extensas faixas de areia.
Ulcinj, Bar, Petrovac e Budva são alguns dos lugares que podem entrar no radar do viajante.
A Riviera de Budva, por exemplo, concentra diversas praias, enquanto Ulcinj se destaca por praias extensas. A Velika Plaža, em Ulcinj, é uma das referências da região e oferece uma experiência bastante diferente das pequenas praias urbanas.
Pode ser, especialmente para quem quer conhecer o Adriático e está disposto a comparar cidades e estilos de hospedagem.
Montenegro também permite montar um roteiro que vá além da praia, incluindo cidades históricas, passeios de barco e áreas naturais.
Para quem busca economia, uma estratégia interessante é não escolher hospedagem apenas pela proximidade das praias mais famosas. Ficar em uma cidade ou região próxima e fazer deslocamentos durante o dia pode ampliar as opções de preço.
Se a ideia é sair completamente do circuito do Mediterrâneo, a Bulgária merece atenção.
O litoral do país é banhado pelo Mar Negro e reúne destinos como Varna, Burgas, Nessebar e Sunny Beach.
A experiência é diferente de uma viagem para as ilhas gregas ou para a costa do Adriático, mas justamente por isso pode ser interessante para quem quer conhecer um lado menos óbvio da Europa.
Nesse roteiro, o viajante pode combinar dias de praia com cidades históricas. Nessebar, por exemplo, acrescenta um componente cultural ao roteiro e pode ser uma alternativa para quem não quer passar a viagem inteira apenas à beira-mar.
A Bulgária pode fazer mais sentido para quem:
A Croácia não precisa ser eliminada do roteiro só porque existem alternativas potencialmente mais econômicas.
O país continua sendo uma excelente opção para quem procura praias, cidades históricas e paisagens do Adriático. A questão é que destinos muito procurados, como Dubrovnik, Split, Hvar e algumas das ilhas mais famosas, podem ficar bastante concorridos e caros no verão.
Por isso, se a prioridade for economizar, vale comparar a Croácia com países vizinhos antes de fechar o roteiro.
Uma viagem para o Adriático não precisa necessariamente significar ficar nas cidades mais famosas.
| Destino | Mar | Perfil | Pode ser interessante para quem busca |
|---|---|---|---|
| Albânia | Adriático/Jônico | Praias e vilas | Beleza natural e custo controlado |
| Montenegro | Adriático | Praias + montanhas + cidades | Roteiro variado |
| Bulgária | Mar Negro | Praias + história | Uma experiência diferente |
| Croácia | Adriático | Praias + cidades históricas | Estrutura turística e destinos clássicos |
A comparação é apenas um ponto de partida. O preço final pode mudar bastante conforme a época, cidade escolhida, antecedência da reserva, tipo de hospedagem e cotação das moedas.
Escolher um país potencialmente mais barato ajuda, mas não resolve sozinho o orçamento.
Durante o verão europeu, alguns dos maiores gastos podem estar justamente nos itens que parecem secundários: transporte entre cidades, alimentação em áreas turísticas, passeios de barco, aluguel de carro e hospedagem perto da praia.

Uma passagem aérea mais barata não significa necessariamente uma viagem mais econômica.
Antes de decidir, coloque na conta:
Às vezes, pagar um pouco mais pela passagem para chegar a uma cidade melhor conectada pode representar economia no restante do roteiro.
Julho e agosto são tradicionalmente períodos muito procurados.
Se houver flexibilidade, pesquisar datas de junho ou setembro pode ajudar a encontrar uma combinação mais interessante entre clima, disponibilidade e preços.
Além disso, viajar fora do pico pode proporcionar uma experiência menos movimentada nas praias.
Uma hospedagem a poucos metros da praia pode custar muito mais.
Antes de reservar, veja se existe transporte público, possibilidade de caminhar ou facilidade para chegar a outras praias.
Em destinos litorâneos, alguns minutos de deslocamento podem representar uma diferença significativa no preço.
Esse é um detalhe importante para quem sai do Brasil.
Nem todo país europeu utiliza o euro. Albânia, Montenegro e Bulgária, por exemplo, possuem moedas próprias, embora Montenegro utilize o euro como moeda oficial.
Isso significa que é importante saber qual moeda você realmente precisará durante o roteiro e planejar o câmbio antes da viagem.
Também vale acompanhar as cotações com antecedência, em vez de deixar toda a compra de moeda estrangeira para a última hora.
Uma viagem de verão pode envolver gastos que não estavam no planejamento inicial: um passeio de barco, uma corrida de aplicativo, uma refeição em um restaurante mais caro ou uma mudança de transporte.
Ter uma margem no orçamento evita que um gasto inesperado comprometa o restante da viagem.
Uma maneira simples é pensar no tipo de experiência que você procura.
Quer praias com visual mediterrâneo e um destino ainda fora do circuito mais tradicional? A Albânia pode ser uma boa candidata.
Quer combinar mar, cidades históricas e paisagens montanhosas? Montenegro merece uma pesquisa mais detalhada.
Quer algo diferente do Mediterrâneo e uma viagem que misture litoral e história? A Bulgária pode surpreender.
O mais importante é não escolher apenas pela promessa de ser “barato”. Um destino econômico no papel pode ficar caro quando entram transporte, hospedagem em área turística e passeios.
Quando o orçamento da viagem é limitado, a moeda do destino passa a fazer parte da decisão.
Antes de comprar a passagem, vale simular quanto você pretende gastar diariamente e comparar esse valor entre os destinos que está considerando.
Uma viagem para um país com custo local mais baixo pode permitir que o mesmo orçamento seja distribuído de maneira diferente entre hospedagem, alimentação e experiências.
Para quem vai levar dinheiro em espécie ou utilizar soluções de pagamento internacionais, também é interessante organizar o câmbio com antecedência e considerar uma margem para variações da cotação.
Assim, o planejamento deixa de ser apenas “qual praia é mais bonita?” e passa a responder uma pergunta mais útil: qual destino entrega a experiência que eu quero dentro do orçamento que tenho?
Nem sempre.
Se o sonho é conhecer Santorini, Dubrovnik ou alguma ilha específica da Grécia, simplesmente trocar o destino por outro mais barato pode não fazer sentido.
A questão é entender suas prioridades.
Se o objetivo principal é mar bonito, dias de sol e uma viagem internacional sem gastar tanto, existem alternativas interessantes.
Se o objetivo é conhecer um destino específico, talvez seja melhor manter o plano e buscar maneiras de reduzir os outros custos.
No fim, viajar barato não significa necessariamente escolher o destino mais barato. Significa fazer escolhas que estejam alinhadas com aquilo que realmente importa para você.
A grande vantagem de considerar destinos como Albânia, Montenegro e Bulgária é ampliar as possibilidades.
Em vez de limitar a pesquisa às praias mais famosas da Europa, você pode comparar diferentes países, moedas, cidades e estilos de viagem.
E isso pode fazer uma diferença enorme no orçamento.
O verão europeu continua sendo uma das épocas mais concorridas para viajar, mas existem alternativas para quem está disposto a sair do roteiro tradicional. O segredo é pesquisar com antecedência, comparar o custo total e escolher o destino de acordo com o seu perfil — e não apenas com aquilo que aparece primeiro nas redes sociais.
Com ele você fica livre da anuidade e das variações do câmbio. Recarregue e consulte o saldo ou extrato pelo Aplicativo.
Compre ou venda dólar, euro, libra, pesos e outras moedas estrangeiras. Retire em qualquer loja ou receba em casa quando o serviço estiver disponível.
Envie ou receba dinheiro do exterior com segurança. Somos registrados no Banco Central, o que garante a confiabilidade das nossas operações.
Item obrigatório para quem vai para Europa. Faça uma simulação e compre em 6x no cartão. Temos planos para todos os continentes.
Saia do Brasil com pacote de dados e chamadas de voz. Chip internacional para Estados Unidos, Europa e mais.
Envie e receba dinheiro do exterior em até 10 minutos e você nem precisa ter conta bancária.
Troque seus cheques internacionais em dólar, euro e outras moedas por reais.
Com ele você fica livre da anuidade e das variações do câmbio. Recarregue e consulte o saldo ou extrato pelo Aplicativo.
Compre ou venda dólar, euro, libra, pesos e outras moedas estrangeiras. Retire em qualquer loja ou receba em casa quando o serviço estiver disponível.
Envie ou receba dinheiro do exterior com segurança. Somos registrados no Banco Central, o que garante a confiabilidade das nossas operações.
Item obrigatório para quem vai para Europa. Faça uma simulação e compre em 6x no cartão. Temos planos para todos os continentes.
Saia do Brasil com pacote de dados e chamadas de voz. Chip internacional para Estados Unidos, Europa e mais.
Envie e receba dinheiro do exterior em até 10 minutos e você nem precisa ter conta bancária.
Troque seus cheques internacionais em dólar, euro e outras moedas por reais.
Atendimento
segunda a sexta 08 as 19h sábado 09 as 15h para todas as localidades
© 2001 CONFIDENCE SOCIEDADE CORRETORA DE CAMBIO S.A. CNPJ: 04.913.129/0001-41
Engenheiro Luiz Carlos Berrini, nº 105, Cj 51 e 52, 5º andar, São Paulo/SP, CEP 04.571-010