Mercado na defensiva com política regional

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Por: Confidence Câmbio • 13 Nov

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Cautela com EUA-China

BRASIL
09:30 BC faz leilão de US$ 600 milhões de swap cambial reverso
11:30 BC faz leilão de contratos de swap cambial em montante equivalente ao que não for vendido do total de US$ 600 milhões no leilão à vista de dólares. Caso venda todo o montante no leilão à vista, esta oferta não ocorrerá
11:45 Presidente Jair Bolsonaro assina atos com presidente da China, Xi Jinping, e faz declaração à imprensa na sequência

E.U.A.
13:00 Fed: Presidente Jerome Powell fala em comitê do Congresso

ÁSIA
20:45 Japão – Ministério das Finanças: PIB – 3º tri (prelim.)

BRASIL
Mercado deve ficar na defensiva com política regional

Por Pedro Molizani – Trader Mesa de Câmbio Travelex Bank

No mercado doméstico, os agentes financeiros devem avaliar o cenário político, após a saída do presidente Jair Bolsonaro do PSL e a criação do partido Aliança pelo Brasil, anunciados após o fechamento do câmbio e juros. Na prática, o presidente fica sem partido, mas seus aliados permaneceriam no PSL para não perderem o mandato, até que seja formalizada a nova sigla.

Além de uma possível polarização política entre Bolsonaro e o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, solto na sexta-feira passada, o temor é de que o governo passe a ter dificuldades no Congresso para a aprovação de suas reformas e programas. Ontem, Bolsonaro sofreu derrota no Congresso. Uma comissão de deputados e senadores rejeitou, por 13 votos contrários e cinco favoráveis, o conteúdo da medida provisória assinada pelo presidente, que permite a publicação de balanços de empresas apenas na internet. A MP entrou em vigor em agosto e tem validade até 3 de dezembro.

Os parlamentares aprovaram um relatório alternativo da senadora Rose de Freitas (Pode-ES) considerando a MP inconstitucional. Esse parecer segue agora para o plenário da Câmara e ainda precisa passar pelo Senado. A Casa também adiou para a próxima terça-feira, dia 9, a votação da proposta que permite a inclusão de Estados e municípios na reforma da Previdência. Ainda precisam ser votadas emendas ao texto principal e o segundo turno da chamada PEC paralela. Os senadores avisaram ainda que vão ajustar o programa do governo para criar empregos a jovens. Dois pontos da medida provisória assinada por Bolsonaro nesta semana foram alvos de críticas por líderes da Casa: a proposta de taxar em 7,5% o seguro-desemprego para bancar o custo da contratação de jovens entre 18 e 29 anos e a exclusão de pessoas com mais de 55 anos da proposta. “Para abrir o emprego para o jovem eles estão tributando o desempregado. Nós vamos ter de ajustar”, disse ao Broadcast Político o líder do MDB, Eduardo Braga (AM). Deve ser monitorada ainda a reunião dos presidentes dos Brics, em Brasília, e a instabilidade política e social no Chile e Bolívia.

A senadora Jeanine Añez se declarou nesta terça-feira presidente interina da Bolívia, após a renúncia de Evo Morales, de quem era opositora ferrenha do expresidente. O ambiente instável na região tem levado o investidor estrangeiro a se desfazer de ativos no Brasil, para fazer caixa e tentar minimizar perdas. Esse contágio ontem levou o dólar a R$ 4,16 e a Bolsa para os 106 mil pontos.

MUNDO
Cautela com EUA-China

Por Pedro Molizani – Trader Mesa de Câmbio Travelex Bank

Os índices futuros das bolsas de Nova York operam em baixa, seguindo a fraqueza das bolsas asiáticas, que fecharam em baixa nesta quarta-feira em meio a incertezas sobre as negociações comerciais entre EUA e China e a recente escalada na violência dos protestos em Hong Kong. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse ontem que Washington e Pequim poderão fechar um acordo comercial preliminar em breve, mas alertou que está disposto a elevar tarifas sobre importações chinesas “de forma bastante substancial” se as conversas fracassarem.

Às 7h20, no mercado futuro, Dow Jones caía 0,39%, S&P 500 recuava 0,40% e Nasdaq perdia 0,51%. As bolsas europeias operam em baixa no começo do pregão desta quarta-feira, após um pregão negativo nos mercados acionários da Ásia em meio a dúvidas sobre as negociações comerciais entre EUA e China e a recente escalada na violência dos protestos em Hong Kong. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse ontem que Washington e Pequim poderão fechar um acordo comercial preliminar em breve, mas alertou que está disposto a elevar tarifas sobre importações chinesas “de forma bastante substancial” se as conversas fracassarem.

Nas próximas horas, investidores vão acompanhar dados de produção industrial da zona do euro e números de inflação do Reino Unido. Às 7h21, a Bolsa de Londres caía 0,55%, a de Frankfurt recuava 0,79% e a de Paris cedia 0,44%. As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta quarta-feira, influenciadas por sinais contraditórios sobre o andamento das negociações comerciais entre EUA e China e preocupações sobre a recente escalada da onda de violência em Hong Kong. Nos negócios da China continental, o índice Xangai Composto caiu 0,33%, e o menos abrangente Shenzhen Composto teve alta marginal de 0,01%.

Foi a Bolsa de Hong Kong, porém, que liderou as perdas na Ásia, na esteira dos dois últimos dias de brutais conflitos entre manifestantes e policiais. O Hang Seng caiu 1,82% em Hong Kong. Em outras partes da Ásia, o japonês Nikkei recuou 0,85% em Tóquio, enquanto o sul-coreano Kospi teve baixa de 0,86% em Seul. Na Oceania, a bolsa australiana registrou queda, de 0,81%, pelo segundo dia consecutivo, também influenciada pela prolongada disputa comercial entre EUA e China.

Fonte: Broadcast

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