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O que você precisa saber antes de comprar moeda estrangeira para viajar

Entenda alguns pontos importantes sobre a compra de moeda estrangeira

05 mar 2018 1 Estrelas2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas carregandoCarregando...

Planejamento é a chave de tudo no que se diz respeito a viajar para o exterior e comprar moeda estrangeira. Para não ter surpresas com gastos elevados antes e durante a viagem, o ideal é que você pesquise detalhes importantes com antecedência, como quanto de moeda estrangeira vai precisar levar, de acordo com o seu perfil de viajante é claro, e qual o melhor momento para fazer o câmbio de sua moeda.

Para te ajudar a entender alguns pontos importantes sobre meios de pagamento para viagens, nós do Blog da Confidence Câmbio preparamos perguntas e respostas sobre a principais dúvidas que chegam até nós. Confira:

 

Turismo ou comercial: qual tipo de moeda estrangeira comprar?

 

Para viajar só é possível comprar a moeda estrangeira na cotação “turismo”. A confusão entre os tipos, turismo e comercial, acontece com frequência porque aqui no Brasil costumamos   acompanhar a cotação das duas modalidades em sites e portais de notícias. Mas saiba, os dois tipos de moeda são para diferentes tipos de uso:

 

– Câmbio turismo:

A moeda estrangeira denominada de turismo é a usada para operações de “varejo”, ou seja   para uso em viagens, para pagamento de compras e estadia, por exemplo. É também a modalidade utilizada nas recargas do cartão pré-pago internacional. Portanto, é a cotação que você deve ficar de olho se for viajar ou desejar realizar um pagamento internacional com a finalidade de turismo, por exemplo, a remessa para pagamento de um hotel.

 

– Câmbio comercial:

Já o câmbio comercial é o utilizado na negociação entre empresas, para contratos de importação e exportação, por exemplo, e em operações financeiras, como as reservas internacionais de dólar. Além de compras realizadas na internet. Basicamente, o câmbio comercial é o que não pode ser “sacado em espécie” a qualquer momento.

Fizemos um post específico sobre esse tema. Clique aqui e confira. 🙂

 

Qual é a melhor maneira de levar dinheiro para o exterior?

 

Cada viagem exige uma necessidade diferente. Mas o que sempre defendemos na Confidence Câmbio é que o turista leve mais de um meio de pagamento. Entenda:

 

– Moeda local em espécie

Levar um pouco da moeda do destino em espécie te ajuda a chegar preparado para os pequenos gastos, como táxis, metrôs, bazares e artesanatos de rua. Saindo do Brasil já com a moeda de destino em mãos, você chega tranquilo no exterior pronto pra curtir a viagem.

 

– Cartão pré-pago internacional

Esse meio de pagamento é o ideal para complementar a quantidade de moeda que você levará em sua viagem. Bom para pagamentos de hotéis, compras no free shop e restaurantes, por exemplo. Como vantagem, destacamos a segurança, é protegido por senha e em caso de perda ou roubo ele pode ser bloqueado e substituído. Além disso, oferece a conveniência, o nosso Cash Passport Mastercard Platinum  recarrega até seis tipos de moedas diferentes em um só cartão o que te ajuda a ter um controle muito maior das suas despesas. O valor da moeda é definido de acordo com a cotação do dia da compra e é possível recarrega-lo pela internet por meio da nossa Loja Online e Aplicativo.

 

– Cartão de crédito internacional

Nossa recomendação é que você evite esse meio de pagamento já que ele te deixa exposto à oscilação do câmbio. Isto é, pode acontecer do preço da moeda subir no dia do vencimento da fatura, assim você pagará mais caro do que planejou no dia da compra. O que pode gerar um descontrole de gastos e dor de cabeça com incidência de juros, caso você não pague o valor total da fatura. O cartão de crédito pode ser uma opção adicional para de alguma emergência.

 

Te ajudamos a entender um pouco mais sobre os meios de pagamento internacionais?

Se você tem mais alguma dúvida sobre como levar dinheiro em sua viagem internacional, nós queremos te ajudar. Deixe seu comentário com as dúvidas que responderemos com muito prazer. 🙂

Até a próxima.

#câmbio #dólar #dolarcomercial #dolarturismo #euro
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2 Commentários
  • Ariel 03/08/2018 04:27

    Caro Letácio, data vênia, acho discutível a sua afirmação: “Acontece que a moeda fabricada em casa – seja imitando a moeda verdadeira, seja contendo promessa de pagamento em dinheiro ao portador, como se fosse moeda – mesmo que através de procedimento eletrônico, é considerada moeda falsa, pois o monopólio da emissão é dos Governos centrais. Por que questiono: você presume que continua válido esse pressuposto: “o monopólio da emissão é dos Governos centrais. Pode ser o que diz a lei. Mas, assim como há leis que pegam e leis que não pegam, há leis que continuam valendo, e outras que deixaram de valer. O que faz valer é o mercado, as forças que reconhecem ou não reconhecem o valor e aceitabilidade da moeda. E, assim como o mercado determina que pontos de milhagem têm valor, à revelia do Estado e dos legisladores, o , mercado é quem garante a liquidez da bitcoin, mesmo que for à revelia do Estado. Aliás, o próprio BACEN vem estudando as criptomoedas como meios de pagamento, pois precisa reconhecer a realidade. Mesmo que não possa controlá-la, precisa encontrar uma maneira de regulação, para evitar a perda de eficácia de seus instrumentos de política monetária. Ou seja, perdoe a brincadeira. Como dizia o anúncio nos bondes do nosso tempo de juventude: “Ora lex, sed lex, no cabelo só Gumex rsrs Estou certo? Forte abraço

  • Miyo 03/10/2018 00:22

    Obrigado pelas dicas.

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